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Quem faz a Mawon - Conheça Helene de Saint Front

  • Foto do escritor: Associação Brasileira de Apoio a Integração de Migrantes
    Associação Brasileira de Apoio a Integração de Migrantes
  • 17 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Nesta nova seção do blog, compartilharemos o trabalho dos voluntários que tornam nossa missão possível. Hoje, entrevistamos Helene e falamos de sua atuação no projeto ConscientizAção.



Você poderia se apresentar em poucas palavras?

Me chamo Helene de Saint Front, sou francesa, formada em empreendedorismo e trabalho como consultora e coach intercultural.


Como você conheceu a Mawon e por quê decidiu se tornar voluntária? 

Encontrei o Bob e a Melanie durante uma viagem em 2022 e ficamos em contato até decidirmos criar um projeto juntos quando eu voltei para o Brasil.


Como você descreveria a missão da ONG para quem nunca ouviu falar dela? 

A Mawon é uma associação que cuida dos migrantes e refugiados, ajudando na integração socioeconômica deles no Brasil.


Existe algum projeto atual da ONG que você considera especialmente transformador? Qual? 

O projeto ConscientizAção que desenvolvemos junto com o Bob sobre a questão dos refugiados climáticos, que nos permitiu trazer esse assunto no G20 e na COP30, conscientizando milhares de pessoas e mobilizando centenas de voluntários maravilhosos. Isso deu uma nova dimensão ao assunto dos refugiados, incluindo os “deslocados forçados”, que enfrentam os mesmos desafios que os refugiados e migrantes. 



Qual foi o maior aprendizado que você levou do contato direto com refugiados e comunidades afetadas pelas mudanças climáticas? 

Eles querem ajudar, querem participar, eles se sentem parte da questão. Não são vítimas, são atores com quem podemos atuar. Eles tiveram uma participação maior no desenvolvimento e na realização do projeto ConscientizAção. Só foi possível conseguir graça a eles. 


As questões dos refugiados e a luta pela justiça climática foram temas sempre presentes em sua vida? Se não, o que te motivou a lutar por essas causas? 

A justiça climática, sim, para ter um planeta habitável pelo homem qualquer que seja o seu nível social, e cuidando juntos do nosso planeta. 

A questão dos refugiados está bem no cerne da minha vida porque o meu esposo e sua família fazem parte desse grupo que precisou recomeçar do zero num outro país. Ajudar na integração deles, especialmente a cultural, é super importante.


O que você acredita que a sociedade ainda não compreende sobre a realidade dos refugiados ou sobre os impactos das mudanças climáticas? 

As pessoas desconsideram o que eles estão trazendo: uma riqueza cultural, uma vontade de contribuir positivamente e de trabalhar, uma resiliência frente a eventos imprevistos. Precisamos muito disso nesses tempos instáveis. Ninguém sabe quem vai ser o próximo refugiado ou deslocado, por isso é importante aprender com eles. 


O que você diria para alguém que tem interesse em se voluntariar, mas não sabe por onde começar?

Venha participar de alguma atividade da Mawon e interagir com a comunidade dos refugiados, já é um bom primeiro passo !



 
 
 

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