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SOBRE NÓS

A Mawon

é um movimento para promoção da Mobilidade, Diversidade, Conexões e Integração, e atua de forma a difundir a cultura de cada migrante na sociedade de acolhimento através de uma articulação baseada em eventos culturais e capacitações.

A Mawon tem a proposta de difundir e conectar as culturas das diásporas presentes no Brasil (Caribe, países Árabes, África e Europa) através da educação e da cultura.

Fortalecer as iniciativas micro-empreendedoras dos migrantes em situação de vulnerabilidade e de criar espaços de sustentabilidade econômica dos próprios migrantes no cenário carioca, onde turistas nacionais e estrangeiros se abrem ao mundo e a sua diversidade cultural, uma maneira de Di Ver Cidade (de ver a cidade em sua diversidade cultural).

A Mawon tomou forma em 2017 a partir da necessidade de ampliação da abordagem de atuação para migrantes em situação de vulnerabilidade.

Ao lado dos grandes e tradicionais atores da Rede Nacional de Migrações como a Cáritas, ACNUR, OIM e as missões católicas, a Mawon busca defender o conceito de fronteira borrada (burry) alargando o conceito de migração que aproxima definições de migrantes e refugiados.

Visão

Um mundo no qual há pontes
ao invés de fronteiras.

Missão

Construir pontes para a mobilidade e a integração humana.

Valores

Mobilidade, Diversidade,
Conexões e Integração

O que significa Mawon ?

Existe até 6 maneiras de obter a cor marron a partir das cores primarias.
Aqui, a Mawon se refere a cor da pele das pessoas – não existe pessoas “negras”, “pretas”, “brancas” ou “vermelhas”, mas, sim, pessoas originarias de várias culturas e trazendo várias historias. A cor da pele não tem cor, ela tem identidades e histórias a serem contadas.

É uma palavra em creole haitiano que tem um significado forte na história política do Haiti: o marronnage.
Marronnage foi o nome dado para descrever a fuga de um escravo da propriedade de seu mestre na América, Caribe ou nas ilhas Mascarenhas em tempos coloniais, para buscar sua liberdade. O próprio fugitivo foi chamado marrom castanho ou negro, nèg mawon ou cimarron (do termo original em espanhol). No Haiti, a noite do 14/08/1791 foi a noite da reunião dos escravos « mawon » para preparar a revolta pela Liberdade e Independência do pais. Hoje, UNESCO reconhece este « marronage dos escravos » do Haiti na data do 23/08 como Dia Internacional da Lembrança do Tráfico de Escravos e sua Abolição.

Aqui, a Mawon mostra a resistência das pessoas nos processos de fuga, a força para ultrapassar os obstáculos e as barreiras que elas encontram no caminho, mas também a capacidade de se conectar com outras culturas, se integrar e promover a diversidade.

Fundadores

Robert Montinard

Mélanie Montinard

Colaboradores

Leonardo Freire

Karoline Sassara

Ana Carolina Müller

@Carina Viana

@Carla Alves

@Carla Alves

@Carla Alves

@Jow Medina

@Bob Montinard

@Carla Alves

@Jow Medina

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